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Humberto lançou o DVD Ao Vivo Pra Caramba – A Revolta dos Dândis 30 Anos

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Humberto Gessinger lança o DVD Ao Vivo Pra Caramba – A Revolta dos Dândis 30 Anos, no Tom Brasil, em São Paulo, neste sábado (19). O registro comemora três décadas do disco dos Engenheiros do Hawaii e foi gravado em Porto Alegre, durante uma extensa turnê que percorreu o País no ano passado.

 

Humberto Gessinger relembra “A Revolta dos Dândis”

O cantor e baixista, que permanece em carreira solo, se emocionou com os shows festejando o trabalho lançado em 1987.

— Foi lindo e, para mim, um resgate pois, quando o álbum A Revolta dos Dândis foi lançado, não chegamos a tocar o disco na íntegra nos shows. Estou neste trem desde a primeira estação, conheço as canções deste antes de serem canções, quando eram só uma ideia, um desejo, um par de versos e alguns acordes… é muito legal sentir o que o tempo fez e continua fazendo com elas.

Humberto Gessinger se emocionou ao retomar o repertório de 1987

Humberto Gessinger se emocionou ao retomar o repertório de 1987

Divulgação/Pietro Grassia

Nos shows na capital paulista, Gessinger vai apresentar sucessos como Refrão de Bolero e Infinita Highway, faixas do trabalho solo e outras surpresas para os fãs.

— No palco, segue um trio com quatro formações instrumentais diferentes. Já o setlist é composto por grande parte de A Revolta dos Dândis, além das inéditas e de canções de outras fases da minha carreira. Há 12 músicas que não estavam no repertório da turnê passada. E a estrutura de luz e cenário é a mesma que usamos no DVD.

Humberto lançou o DVD Ao Vivo Pra Caramba - A Revolta dos Dândis 30 Anos

Humberto lançou o DVD Ao Vivo Pra Caramba – A Revolta dos Dândis 30 Anos

Divulgação/Pietro Grassia

O compositor também explica o conceito do trabalho atual, que chega às lojas em formato DVD e CD, com as inéditas Pra CarambaCadê?Das Tripas CoraçãoSaudade Zero.

— A ideia de fazer o DVD nasceu com as músicas novas. Eu não achava que faria sentido um disco só de releituras. É meu sétimo registro ao vivo e é uma tradição na minha carreira unir clássicos com inéditas nesses trabalhos. As canções formam “um disco dentro do disco”. Também foram gravadas ao vivo, mas sem público, num set mais intimista para fazer um contraponto ao resto do álbum. Mas nada impede que, na estrada, algumas ganhem arranjos mais pesados.

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