Rádio Romualdo – Sintonizando você com as melhores músicas.

menu x
menu x

NOTÍCIAS

O forró está de volta na Praça Duque de Caxias

Depois de ter o ciclo interrompido por causa de questão contratual entre  locador e locatário do imóvel onde funcionava o Bamba Restaurante Fast Food (Dadá), que aos sábados se transformava em ponto de encontro de artistas com forte relação com o forró tradicional de raiz, além de centenas de admiradores desta nobre arte musical originalmente nordestina e popular, que costumava lotar o espaço para tomar uma cachacinha de alambique de origem e qualidade indubitável, comer um bom petisco de carne seca de boi ou de bode, um bom beiju com carne seca, pastel de qualidade e recheios diversos, cervejas geladinhas, inclusive de marcas internacionais, eis que de repente, tudo parou. Mas, há duas semanas, o forró ressurgiu em outro point da mais famosa praça de Euclides da Cunha, com os velhos e bons sanfoneiros, zabumbeiros, trianguistas e cantores de forró ou da boa música, já que o espaço sempre foi muito democrático e o público nunca reclamava quando o artista era bom e o repertório de agrado geral.
Agora, a casa do forró é no quintal do Restaurante da Praça, onde a galera forrozeira voltou a se encontrar com os nossos melhores artistas para matar a saudade do som da sanfona bem tocada, da boa zabumbada e triangada, das canções que o rei Gonzagão e o mestre Dominguinhos (eternos), consagraram, entre tantos nomes famosos.
Vamos ter novamente mestre Cesário do acordeom, Paulo sanfoneiro, mestre Rato Branco, Vaninho San, Ivan Silva, Gradival, Henrique pernambucano, Zé de Loura, Zé de Cirilo, Raimundo do Belo, Barão, Rochedo, Marcos, Toinho de Bina, além de outros músicos que animavam as tardes/noites de sábado.
Neste sábado (09), Marcos Brito (Marcão) idealizador do Forró do Cumbe, foi homenageado (in memoria), por Dadá (Buteco do Dadá) e recebeu os merecidos e demorados aplausos.
Ao nos deixar, abruptamente, Marcão deixou um enorme vazio no meio musical e cultural euclidense.
No grupo formado por Marcos Brito, Paulo Sanfoneiro e Toinho de Bina, todos de chapéu de couro, objeto emblemático do povo nordestino, faltou, justamente, o chapéu, a voz e a zabumba bem tocada de Marcão Brito, legado deixado e abraçado pelos nossos forrozeiros que, de todas as formas, lutam pela preservação desta nobre arte nascida na caatinga do sertão nordestino.
Então, galera forrozeira, aos sábados, a partir das 18 horas, o point do forró é no da praça (Restaurante da Praça).
O site euclidesdacunha.com esteve no local e registrou mais um grande momento de alegria, diversão, entretenimento em ambiente de reencontro, cortesia, camaradagem e a alegria de voltar a curtir um forrozinho, forrozão, forrofiado, dos bons!
Neste sábado, os protagonistas foram Paulo Sanfoneiro, Toinho de Bina, Nego de Mané Preto, Agostinho Mota, Rivelino Rocha, Raphael Maranduba.

Publicação  original euclidesdacunha.com

Facebook Comentários

NOTÍCIAS

PUBLICIDADE

shares